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domingo, 24 de novembro de 2019

28 anos sem Freddie Mercury

24 de Novembro de 1991. Freddie Mercury silenciava-se para sempre, e com ele, toda a mística e magia de um homem muito complexo, com uma generosidade incomum, inteligência, humor, e sabedoria deliciosos. Uma paixão pelo trabalho tal, que gravou quase até ao seu último suspiro, fazendo ecoar para sempre toda a sua criação. Passaram-se 28 anos, e ainda hoje ele parece presente, aqui, connosco. Nem Freddie imaginava ser tão imortal. Vamos continuar dar-lhe o ouvidos porque... Estes são os dias das nossas vidas.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Supertramp

Ao 9º dia de Abril de 1977, o jornal "New Musical Express" anunciava o genial "Even In The Quietest Moments" dos Supertramp. A obra que nos trouxe os incríveis 10 minutos de "Fool's Overture", abria portas com a bem marcada "Give a Little Bit". Passaram-se 41 anos, e a magia dos Supertramp não se desvaneceu.




quarta-feira, 14 de março de 2018

Stephen Hawking deixou de existir

Morreu Stephen Hawking.

Numa era em que o mundo está a "emburrecer", e a estupidez a emergir sem travão, assisto ao desaparecer daqueles que o clarificaram, o mudaram, e o tornaram mais mágico. Stephen Hawking foi, sem dúvida, o impulsionador do meu profundo gosto pela física e astronomia, e também pela vida. Stephen, com uma doença degenerativa desde os 21 anos, conseguiu demonstrar ao mundo que nenhuma limitação é suficientemente grande, para não o mover. Ganhei admiração a cada frase, livro, ou história que li. Há uma livraria inteira a dizer sobre esta mente brilhante, na qual só consigo reconhecer qualidades. A sua sabedoria vai fazer imensa falta ao mundo, e este acontecimento não me permitirá cumprir um dos meus sonhos - conhecer, pessoalmente, Stephen Hawking. Hoje, o mundo, ficou mais estúpido.


"All we need to do, is make sure, we keep talking"

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Simon & Garfunkel

Devemos muito boa música a esta malta. Apesar de alguns conflitos entre eles, inundaram o mundo de magia e ao longo das décadas. 

Hoje vão-me inundar a mim. Sons com 1/2 de século.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Corre, Tony!

Recolher louros, ou dinheiro, de algo que não se fez, ou cujo mérito é de outro, é feio. Aprendi isso ainda na escola primária, quando, na segunda classe, reparei uma iluminação de natal, e um colega me pediu para dizer que tínhamos sido os dois. Eu, na minha inocência, disse-o, para ele ter algum reconhecimento, mas percebi logo que isso era feio. O momento ensinou a minha consciência, e a do meu colega, certamente.

Infelizmente, o Tony não deve ter reparado nenhuma iluminação de natal na escola primária, e como tal, não recolheu esse valor.

Há muito que era sabido que o seu Romantico-Merdoso de ADN Pimba/Aparolado era cópia integral de muita música, boa e má, de outras nações. A grande vantagem disto era trazer-nos melodias de outras culturas, e letras traduzidas sem termos que recorrer ao Google Tradutor (eu digo "nós", para soar humilde, mas o que eu quero dizer é eles, aqueles cujo QI não permite subir a fasquia do que ouvem).

Isto amanhã está esquecido, e não me parece que seja assunto com valor para ter o tempo de antena que tem tido. Tony carreira e família, no que toca a música, são maus, com ou sem plágios, mas têm uma boa máquina de marketing para aqueles que seguem correntes, vêem a TVI e são crentes. É assim a vida, nem toda a gente pode ter dois dedos de testa e vibrar com Pink Floyd, Dire Strais, Noiserv, Rui Massena, Time For T, ou o 10.000 anos depois entre Vénus e Marte do José Cid.

Fã que é fã, olha para o seu ídolo como a mãe de um toxicodependente. Ai de quem ouse chamar drogado ao filho. Por isso o impacto será nulo, e não servirá sequer para "fazer pensar".

Sim, estou a roçar o mal-criado, e a ser arrogante. É tudo uma questão de espírito crítico, e para algumas massas só o tratamento de choque funciona, nem que seja para aumentar a entropia das suas estagnadas mentes.

Na minha opinião, dado que a música relaciona arte e cultura, esta deve ser respeitada e produzida com o máximo rigor, respeito e cuidado para que nunca seja permitida a sua contaminação. Por isto mesmo, deveria haver uma entidade reguladora (e até há) que retirasse aos "pseudo-músicos" a liberdade de poluir o mundo sonoro. Se um médico é mau e incompetente, é erradicado da medicina, assim como um professor, polícia, ou engenheiro, são erradicados as suas áreas quando denunciam incompetência. Na música deveria ser feito o mesmo. Ao fim de 2 ou 3 álbuns de encher chouriços, era enviado directamente para o coro da igreja de Fátima entreter os crentes na chegada do papa. Afinal de contas, é um dos locais onde o espírito crítico não impera, e onde grandes massas se comportam como ovelhas que seguem o pastor.

Música é arte e cultura, não a lixem, por favor.

O menino era ele, mas quem tinha razão era eu.


terça-feira, 5 de setembro de 2017

sábado, 12 de agosto de 2017

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Omega

Mais um disco dos que marca. Omega são a maior e mais poderosa banda Húngara. Uma banda muito esquecida pelo grande publico europeu, mas que vale a pena descobrir. Donos de um muito interessante Rock Progressivo, são quase que um "lado b" de toda a magia britânica da década de 60, 70 e 80.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Journey's End

O Roger Taylor, baterista dos Queen tem um novo single. Como o próprio nome indica, trata-se de um pensamento e reflexão acerca do fim da jornada. É comum a todos.

Bom trabalho.


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mike Oldfield

Mike Oldfield, o homem que ficou conhecido pelo Tubular Bells, lançará este mês uma nova obra. Return to Ommadawn.

De acordo com o meu gosto, Mike Oldfield raramente desilude, apesar de um ou outro disco menos "globalmente" brilhante, como é o caso do mais recente "Man On The Rocks". No entanto, há quase 10 anos, Mike lançou uma das melhores obras dele próprio - Music Of The Spheres. Não é linear, e por isso mesmo, resta esperar. Return To Ommadawn está mesmo a espreitar!